Maria e Abraão em Lucas 
José Haical Haddad
  


MARIA, A VIRGEM PLENA DE GRAÇA 

É de se observar que a Anunciação do Anjo a Zacarias, em si mesma considerada, termina quando se lhe dirige a mesma pergunta de Abraão: “De que modo saberei disso?” (Lc 1,18 / Gn 15,8), com uma grande diferença: Zacarias “não creu, ficou mudo” (Lc 1,20), enquanto “Abraão creu... e lhe foi tido em conta de justiça” (Gn 15,6). Também Maria foi reconhecida “Bem-aventurada a que creu, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido” (Lc 1,45). Enquanto Abraão e Zacarias fazem aparentemente a mesma pergunta, um “crendo” e querendo saber “como” e o outro “descrendo” e pedindo “prova”, Maria faz uma pergunta completamente diferente da de ambos:

“Como se realizará isso, se eu não conheço homem algum?” (Lc 1,34). 

Essa pergunta de Maria tem sido objeto de muita polêmica, dela advindo várias dificuldades, principalmente por ser imprópria para uma “noiva”, como se pretende, às vésperas da consumação do matrimônio Israelita, indo para a casa do “noivo”. A esse tempo a ausência de filhos traduzia insuportável ignomínia e maldição (Lc 1,25; Gn 30,23; 1Sm 1,5-8; 2Sm 6,23; Os 9,11...), o que entra em conflito com uma abstenção de relações sexuais entre Maria e José. Acontece, porém, que, desde sempre na Igreja, a começar pela Patrística, se divulgou a existência de uma Consagração Plena, que se traduziu num voto de virgindade e de abstinência de relações sexuais de ambos. Apesar dessa pergunta de Maria ter sido analisada de várias maneiras e conjeturas as mais variadas se avolumarem, a única solução encontrada é essa de uma Consagração Plena, pois só assim se equacionam melhor todas as dificuldades.
A dificuldade sentida por São José em conciliar a sua situação em face da gravidez de Maria (Mt 1,18-20) concorre para perturbar mais ainda a análise dos fatos. É que não é normal o procedimento de um marido tal como o espelhado pelo Evangelista, quando surpreendido pela gravidez de sua mulher, para a qual tem a certeza de que não concorreu. No passado e mesmo no tempo de liberalidade atual, qualquer homem que pretendesse fazer alguma coisa a respeito (e José o queria), saberia o que fazer. Não há santidade que permaneça indecisa em tal situação, e a presença de uma dúvida em José, quanto à Maria, concorre para que o clima criado fique sobremaneira carregado de romantismo e, até mesmo, de lendas. Porém, um exame mais atento do contexto mostra que a dificuldade sentida por José não tem a dimensão que muitas vezes se apresenta e até mesmo conflita com a realidade dos fatos. Inicialmente, uma pergunta se impõe: 

“Por quê motivo, José, “sendo justo e não querendo difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo?” (Mt 1,19). 

POR QUE “EM SEGREDO”? Não tem nenhum sentido se houvesse qualquer dúvida a respeito da origem da gravidez! Principalmente “sendo José um JUSTO” (no sentido israelita ou bíblico), qual seja, “cumpridor de todos os mandamentos e observâncias do Senhor”, como o define Lucas (Lc 1,6). Seu dever de justo seria então denunciá-la tal como exigia a Lei (Dt 22,13-20), nunca acobertá-la. 

 Por primeiro, é de se lembrar que homem algum sabe prematuramente da gravidez de uma mulher, se ela mesma não o revelar. Nos primeiros meses não há nenhum sinal exterior em que se basear para se concluir que uma mulher está grávida, a não ser o volume do ventre, naqueles tempos dificilmente visível pela ampla roupagem feminina em uso. Daí se conclui que foi a própria Maria quem revelou ao marido o seu estado “achando-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt 1,18). Outra dificuldade se manifesta: como comunicar tal fato ao marido que não era o pai da criança? E, no caso aqui em análise, a um marido que, juntamente com a esposa, havia se consagrado plenamente a Deus com a abstinência total de relações sexuais? 

Em segundo lugar, mesmo que inexistissem as prescrições da Lei, em que “qualquer voto feito por uma mulher só é válido e de cumprimento obrigatório quando consentido pelo pai, enquanto solteira, e pelo marido, vindo a se casar; não havendo a concordância legal o voto é nulo” (Nm 30,4-17), é impossível a uma esposa fazer uma Consagração Plena, com abstenção de relações sexuais, sem a concordância do marido. 

Então, e não poderia ser de outra forma, a consagração plena foi praticada por ambos e José sabia e conhecia em todos os detalhes a Anunciação do Anjo, relatada por Maria. Seria injusto e cruel por demais se, ao contrário, não lhe fosse tudo relatado, faltando-se até mesmo com a caridade! E, conhecedor dos fatos não foi assaltado por nenhuma dúvida, apenas e tão somente não sabia o que fazer. Sentiu o que não poderia deixar de sentir: uma intransponível dificuldade em conciliar a sua condição de marido com a Maternidade de Maria., tão séria que somente a manifestação expressa de um Anjo o demoveu da atitude em andamento. Apesar de se sentir “sobrando”, decidiu “abandoná-la em segredo”, não sabendo o que fazer ou que missão desempenhar e não podendo, com uma atitude precipitada, comprometer a idoneidade da “Mãe do Meu Senhor”, como a chamou Isabel, ao sopro do Espírito Santo. Não é sem motivo que José é conhecido como o “Castíssimo” Esposo de Maria, denominação que confirma sua Consagração Plena, tal como a de Maria, fato reconhecido desde sempre pela Igreja. Basta mencionar que com José também ocorreu o clássico “Não Temas” já sobejamente demonstrado ser característica da dificuldade de conciliação que um “eleito” encontra entre as coisas de Deus e os costumes do homem. Ora, José sentiu dificuldades, como diz o Anjo, em “receber Maria em sua casa”:

Não temas, José, receber em tua casa a  Maria, tua mulher...” (Mt 1,20). 

Após essa análise da Consagração Plena de Maria e José, tão incomum, pode-se perceber com mais facilidade outro detalhe, que concorreu para a pergunta de Maria, que seria tal como se dissesse “como conciliar o voto que fez com o Filho que se lhe anunciava”? Mas, o Anjo facilmente resolve o problema, dizendo-lhe:

“O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra, por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus” (Lc 1,35). 

A resposta de Maria não tardou:

“Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim  segundo a tua palavra” (Lc 1,38). 

A resposta do Anjo satisfez e soluciona a dificuldade de Maria: Seu Filho seria gerado por meio do Espírito Santo, sem nenhuma participação humana, ao que diz 

Faça-se em mim COMO DIZES” (lit.: “... conforme a tua palavra”) 

Vê-se que, realmente, entre Maria e Abraão, ocorre estreita relação, uma relação de convergência, “cumprindo se” nEla o que, em “figura”, foi “prometido” a ele. A bênção então instaurada como uma Promessa se corporifica e se “cumpre” como Graça em Maria, sobre quem “veio o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo cobriu”. Este mesmo Espírito Santo, Maria leva a Isabel e lá João Batista é santificado (Lc 1,41-44). Mesmo antes de Seu Filho nascer, Maria já trabalha na Obra da Redenção: Maria é inseparável do Filho e corre até Isabel, identificando-se naturalmente à vinculação predita de que “... entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela...” (Gn 3,15). Ela é tão inseparável do Filho que estará junto dEle no Calvário, “DE PÉ’ (Jo 19,25). E, naquele momento, parafraseando Abraão, em seu coração se alinhará a Profecia feita a Isaac, e concluirá:

“Deus providenciou o Cordeiro para o Sacrifício”: o meu filho (Gn 22,8). 

Maria reproduz, realiza e “cumpre” o Sacrifício de Abraão, e “celebra’ a Única Missa ‘ao vivo”, entregando “de pé” o Filho ao Pai, em REDENÇÃO DA HUMANIDADE, levando a pleno “cumprimento” a Promessa feita:

““...; sê tu uma bênção” (Gn 12,2). 

 É São Paulo quem nos diz que Cristo é a Plenitude do Homem, quando afirma que “... nEle habita corporalmente toda  a PLENITUDE DA DIVINDADE e nEle ‘fostes levados’ à PLENITUDE” (Cl 2,9-10). E, para essa prerrogativa “corporalmente” lhe era indispensável uma Mãe (“corporal”) especialmente “adequada” para satisfazer essa dimensão, tendo sido então “preservada” de tudo o que a pudesse tornar incompatível com tal Missão Redentora. É para isso “PLENA DE GRAÇA” e, com ELA “DEUS ESTÁ” [“o Senhor é contigo” (Lc 1,28)]. Por outro lado, ressoando a Saudação do Anjo com os louvores dirigidos pelos Profetas à Filha de Sião, cuja Santidade então anunciada não condizia com a “nação adúltera” com que a partir de Oséias se denomina o Povo de Deus (cfr. Os 1-3; Is 1,21; Jr 2,2; 3,1; 3,6-12; Ez 16; 23 etc.), en-tão ela é identificada com Maria, que o Anjo encontra, não faz mal repetir, “cheia de Graça e o Senhor com Ela” significando assim ter sido realmente “preservada”. 

É que o Pecado nada mais é, biblicamente, que a perda da comunhão com Deus, signifi-cada na “colocação do Homem por Deus no Jardim do Éden” (Gn 2,8.15 / 3,8) e daí expulso (Gn 3,23s) por ter infringido o preceito de “não comer da árvore da ciência do bem e do mal” (Gn 2,16s. / 3,6s). Desenvolve-se o homem então “fora do Paraíso”, transmitindo-se o que se denominou “Pecado Original” àqueles que, a partir de então, nascem fora do Jardim (da ‘comunhão com Deus’), e “não se apossam da árvore da vida eterna” (Gn 3,22) 

Acontece, porém, que, com Jesus não poderia ser assim. Ele é “Um com o Pai” (Jo 10,30) desde toda a eternidade (Jo 8,57 / Jo 1,1-5.10-14) e não poderia, ao assumir a condição humana, se separar do Pai, por um pecado que não cometeu, e, nem mesmo, nunca o cometeria e, da mesma forma, não lhe era possível “nascer fora do Jardim de Deus”, na “excomunhão” “hereditária” ou “por descendência”, que o pecado original acarretou. Por isso Maria é “preservada” “Plena de Graça (Plena de Vida Divina)”, pois Jesus não poderia nascer fora da comunhão com Deus, já que “não conhecera o pecado” (2Cor 5,21) motivo por que Sua Mãe, por sua vez, não poderia, também, trazer o estigma da Mancha Original, contaminando com ele a Jesus, pelo veículo da hereditariedade, donde a sua Imaculada Conceição. 

 E, corroborando tudo o que foi objeto da maldição da serpente no Protoevangelho, em que se estabelece uma hostilidade não-pessoal-mulher-diabo, mas uma hostilidade a todas as conseqüências daquela sedução, a concupiscência, o pecado e a morte, Maria esmaga a cabeça da serpente (Gn 3,15). Maria esmaga a cabeça da serpente, erradicando a concupiscência, por ser a “Virgem que concebe e dá à luz” (Is 7,14 / Mt 1,22) sem o concurso de homem; esmaga a cabeça da serpente, erradicando o pecado, por Sua Imaculada Conceição; e, finalmente, esmaga a cabeça da serpente, erradicando a morte, por sua Assunção ao Céu. Com Maria e em Maria se “cumpre” o sentido pleno do Protoevangelho. 

 Portanto, não se pode delimitar a Vocação de Maria a um Voto de Virgindade, mas a uma Consagração Plena ao Pai, em que a abstenção de relações conjugais é uma das mais belas expressões, refletindo desde então o germe da continência sacerdotal ou dos que se entregam totalmente a Deus, na mais sublime renúncia e entrega religiosas. Mas, não se pode deixar de se observar a presença dessa Consagração, sinal distintivo do Matrimônio Cristão, na Sagrada Família, onde a “Graça superabundou” (Rm 5,20), tanto em Maria, como em José, “Seu Castíssimo Esposo”. É neles que Jesus pousa os olhos quando declara a Indissolubilidade do Matrimônio e o eleva à categoria de Sacramento:

Nem todos são capazes de compreender essa palavra, mas só aqueles a quem é concedido (“é Graça, portanto”). (...) E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos Céus. Quem tiver capacidade para compreender, compreenda” (Mt 19,11-12). 

O maior exemplo de se “tornar eunuco por causa do Reino dos Céus” é o da Sua Sagrada Família, pela Consagração Plena que fizeram a Deus desde antes da Anunciação do Anjo. Além disso, na ocasião em que Jesus pronunciou essas palavras, imprimiu ao Matrimônio Cristão o selo que o próprio Deus lhe havia já impresso na Criação, baseando-se nas suas próprias palavras:

“Alguns fariseus se aproximaram dele, querendo pô-lo à prova. E perguntaram: ‘É lícito repudiar a própria mulher por qualquer motivo que seja?’ Ele respondeu: ‘Não lestes que desde o princípio o Criador os fez homem e mulher”? (Mt 19,3-4). 

Os fariseus conheciam já a posição de Jesus com referência ao casamento (Mt 5,31-32. Armam-lhe então uma cilada, e perguntam-lhe se era lícito “deixar a própria mulher por qualquer motivo”, tal como Herodes o fizera, e fora repreendido por João Batista. Pretendiam que Jesus fizesse o mesmo e também fosse degolado pelo Rei Herodes, tal como João (Mt 14,3-12). Jesus, porém, mesmo com perigo de vida, além de ratificar o que ensinara acrescenta o retorno “ao princípio”, de toda a Criação, em virtude da Sua Vinda. Com Ele tudo retorna ao estágio de antes do Pecado Original, como se desde a sua ocorrência, até aqueles dias, um grande parêntesis fosse aberto e agora se fechasse, para recomeçar tudo de novo, “... para levar o tempo .à sua plenitude: a de em Cristo recapitular todas as coisas...” (Ef 1,10)

A Sagrada Família, a Família de Jesus, inicia a “recapitulação em Cristo”

[Início desta página]   [Início deste artigo




A VENERAÇÃO À MARIA 

Que os primeiros cristãos devotavam à Maria uma atenção toda especial não pode haver nenhuma dúvida. Principalmente porque, não há nada na Igreja que tenha sido nela introduzido sem se fundamentar na Bíblia ou nos Apóstolos. Não é possível que uma comunidade que tenha selecionado os quatro evangelhos separando-os das lendas, mantido aqueles que mais se identificavam mutuamente e recusado os apócrifos, “após acurada investigação de tudo desde o princípio” (Lc 1,1-4), e com tanto respeito e veneração pela “Boa-Nova”, tenha aceito um culto ou veneração sem mais nem menos, por algum sentimentalismo apenas. Algum motivo mais sério deveria existir e só podemos procurar pistas válidas a respeito na própria Escritura, eis que somente isso condiz com o que nos informa Lucas:

“Cada dia examinavam as escrituras para ver se tudo era exato” (At 17,11c). 

Nada havia sido ainda acrescentado à Torah dos judeus, nada havia ainda do Novo Testa-mento. O que examinavam então era o Antigo Testamento, e é nele então que se há de procurar algum fato que servisse de fundamento religioso para a Veneração de Maria. E, na verdade, nele se encontra uma instituição de muita consistência cultural. Para a compreender é preciso fazer uma análise, mesmo que sucinta, do messianismo, mesmo porque é ele que, de certa forma, vem a se corporificar no cristianismo

Para o Povo Judeu daquele tempo, o Messianismo seria como que a restauração do Reinado de Davi, com toda a sua glória e conforme a Promessa Messiânica:

“Vai dizer ao meu servo Davi: ‘(...); eu te livrarei de todos os teus inimigos. Iahweh te diz que ele te fará uma casa. E quando os teus dias estiverem completos e vieres a dormir com teus pais, então farei permanecer a tua linhagem, gerada das tuas entranhas e firmarei a tua realeza. (...) A tua casa e a tua realeza subsistirão para sempre diante de mim, e o seu trono se estabelecerá para sempre” (2Sm 7,5.12-16). 

Transparece facilmente no futuro um descendente de Davi, cujo “trono se estabelecerá para sempre”, tal como o Anjo anuncia à Maria (Lc 1,32-33), e consoante grande parte das Profecias que o confirmam (Is 7,14; Mq 4,14; Ag 2,23 etc.), como por exemplo:

“... eu mesmo vou trazer salvação ao meu rebanho... Suscitarei para elas um pastor que as apascentará, a saber, o meu servo Davi: ele as apascentará, ele lhes servirá de pastor. E eu, Iahweh, serei o seu Deus e meu servo Davi será príncipe entre elas” (Ez 34,24). 


“O meu servo Davi será rei sobre eles, e haverá um só pastor para to-dos...” (Ez 37,24).. 

Por causa disso, os Reis de Judá (= MESSIAS OU CRISTO) eram, geralmente, comparados com o Rei Davi (1Rs 15,3.11; 8,19; 14,3; 16,2; 18,3; 22,2;...). E, no relato de seu reinado, quase sempre se menciona o nome da “Mãe do Rei” (ou a “Mãe do Messias ou Mãe do Cristo”), o nome da “Rainha-Mãe”. Gozava ela ainda do privilégio de Soberana e é assim que Salomão trata a sua mãe, mandando “colocar um assento para a mãe do rei e ela sentou-se à sua direita”(1Rs 2,19). E Asa “retirou de sua mãe a dignidade de Grande Dama...” [(1Rs 15,13) - se “retirou dela a dignidade” é porque a detinha]. 

Ora, sabemos que os primeiros cristãos não se afastaram do judaísmo, como se pretendes-se fundar uma nova religião, continuando a freqüentar o Templo (Lc 24,53) “assiduamente” (At 2,46). Porém, é de se destacar a presença de Maria até mesmo em Pentecostes (At 1,14; 2,1-4), contrariando o ritual judaico, que não permitia a presença de mulheres em reuniões sagradas, mesmo ainda entre os primeiros cristãos (1Cor 14,33-35). 

Maria é, então, tratada desde os primórdios, de acordo com a tradição judaica, como a Soberana Rainha-Mãe do Messias, tal como no tempo dos Reis de Judá. A Veneração de Maria não foi então introduzida na Igreja sem motivo ou sem base, tendo sido também um “cumprimento” da restauração da dinastia messiânica, a dinastia de Davi em Jesus, o Cris-to, ou o Messias

José Haical Haddad
Rua Dr. Francisco Sales, 166
Caixa Postal 50

Lavras - Minas Gerais

BIBLIOGRAFIA

  1. Tratado da Verdadeira Devoção à Maria Santíssima - Luiz Maria Grignion de              Monfort. 
  2. Breve Tratado de Teologia Mariana - René Laurentin. 
  3. Maria, Primeiro Evangelho do Espírito Santo - Pe. Santo Armelin. 
  4. A Mãe do Senhor - Joseph Patsch. 
  5. O Culto à Maria Hoje - Organizado por Wolfang Beinert, Diversos Autores. 
  6. A Mãe do Salvador - Karl Hermann Schlkle. 
  7. Maria em Caná e Junto à Cruz - A. M. Serra, OSM. 
  8. Introdução à Bíblia - 10 vols. - Direção Geral: P. Teodorico Ballarini, OFM Cap.,             VOZES. 
  9. La Sainte Bible - 16 vols., Sous la Direcion de Louis Pirot et Albert Clamer - Paris. 
10. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo - Russell Norman              Champlin. 
11. Los Evangelios Apocrifos - Aurelio de Santos Otero. Biblioteca de Áutores             Cristianos. 
12. Nuevo Testamento Trilingüe - José Maria Bover y José O’Callaghan - BAC, 
       Madrid. 
13. Chave Lingüística do Novo Testamento Grego - Fritz Rienecker/Cleon Rogers .   
      Vida Nova. 
14. Vida de Cristo - Giuseppe Ricciotti. 
15. Antologia dos Santos Padres - Cirilo Folch Gomes, OSB. 
16. Patrologia - Berthold Altaner e Alfred Stuiber 
17. Verbum Dei, Comentario a la Sagrada Escritura - B. Orchard e outros; 4 vols.;               Herder. 
18. Novo Testamento - Tradução Portugueza, 1909, Bahia, Typ. de S. Francisco. 
19. Teologia do Evangelho de São João - Bento Silva Santos, OSB. 
20. A Interpretação do Quarto Evangelho - C. H. Dodd. 
21. O Evangelho de São João - Juan Mateos e Juan Barreto. 
22. Synopse des Quatre Évangiles - P. Benoit & M. -E. Boismard 
       Tome I Textes 
       Tome II (Apresentam um teoria de “Como se formaram os Evangelhos”) 
       Tome III - L’Évangile de Jean 
23. Obras de Martín Lutero -Editorial Paidós, Buenos Aires. 
24. O Antigo Testamento, Fonte de Vida Espiritual - Paul-Marie De La Croix. 
25. O PAI: Deus em Seu Mistério - François-Xavier Durrwell. 
26. Vários Comentários ao Evangelho de Lucas e dos demais. 
27. Metodologia do Novo Testamento - Wilhelm Egger. 
28. Martin Lutero - 2 Vols. - Ricardo Garcia-Villoslada. BAC, Madrid.



[Início desta página]   [Início deste artigo
MUNDO CATÓLICO

Copyright © 1997 J.Haical Haddad